Escurece o talento, a vocação...
Outrora refulgia, lá do alto, de onde caiu...
Ouve-se o aviso, é hora de abandonar...
Oferece-se resistência, oculta-se a cobardia aos olhos alheios...
Tardou o alento, quem lhe desse caminho de ida...
Leva as memórias, as que não soube apagar...
Parece que nunca foi e admite-se que nada tenha sido...
Que não se lamente a ausência, há muito que partiu...
terça-feira, 23 de abril de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
Sobra tanto da vida para além do alcance do olhar...
Procura-se consolo imediato, completo...
Que busca lânguida... Nem as águas frias acalmam o desconsolo...
Regressam as velhas ruas, com os mesmos passos velhos...
E a escuridão chega aos desejos e sonhos...
Larga-se a vontade e abraça-se a sorte... Pobre sorte...
Encontra-me pela manhã, admite que nunca soubeste voar
Ou que te faltou a insensatez...
Procura-se consolo imediato, completo...
Que busca lânguida... Nem as águas frias acalmam o desconsolo...
Regressam as velhas ruas, com os mesmos passos velhos...
E a escuridão chega aos desejos e sonhos...
Larga-se a vontade e abraça-se a sorte... Pobre sorte...
Encontra-me pela manhã, admite que nunca soubeste voar
Ou que te faltou a insensatez...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
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