Essa noite e outras tantas que se fizeram...
Risos, honestos ou de ocasião, nem sempre se usa o coração.
Corre o vento, e só esse momento destapa o eterno...
Onde vem a caravana, agora que o céu está limpo?
É tão real o arrepio e ignora-se se haverá um outro...
Pousa aqui as mãos, não as leves mais...
sábado, 21 de setembro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
A estagnação é tal que se ouve
E luta-se para mudar, para prosseguir...
Não mais foi fácil subir...
Inquieto, o rapaz desaprende os passos outrora firmes...
Impaciente, o rapaz desconhece solução que alivie o desconforto...
Absorto, lá vai abrindo os olhos do cansaço de os ter sempre fechados...
Quem vem que venha de uma vez!
E luta-se para mudar, para prosseguir...
Não mais foi fácil subir...
Inquieto, o rapaz desaprende os passos outrora firmes...
Impaciente, o rapaz desconhece solução que alivie o desconforto...
Absorto, lá vai abrindo os olhos do cansaço de os ter sempre fechados...
Quem vem que venha de uma vez!
terça-feira, 28 de maio de 2013
Depois de autorizada a viagem,
E da consciência se fazer muda,
Segue-se o passeio habitual, o ritual...
O pavimento é recente, a caminhada sustenta algo familiar...
A manhã encontra-se entre tantas, bem menos que a vontade,,,
Prossegue assim o passeio, frio e madrugadas de permeio...
O vulto, oportunamente oculto, enfim se deixa ver...
Tamanha claridade destapa assim a identidade
E o passeio estreito, recebe a passada do insatisfeito...
E da consciência se fazer muda,
Segue-se o passeio habitual, o ritual...
O pavimento é recente, a caminhada sustenta algo familiar...
A manhã encontra-se entre tantas, bem menos que a vontade,,,
Prossegue assim o passeio, frio e madrugadas de permeio...
O vulto, oportunamente oculto, enfim se deixa ver...
Tamanha claridade destapa assim a identidade
E o passeio estreito, recebe a passada do insatisfeito...
sábado, 27 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Escurece o talento, a vocação...
Outrora refulgia, lá do alto, de onde caiu...
Ouve-se o aviso, é hora de abandonar...
Oferece-se resistência, oculta-se a cobardia aos olhos alheios...
Tardou o alento, quem lhe desse caminho de ida...
Leva as memórias, as que não soube apagar...
Parece que nunca foi e admite-se que nada tenha sido...
Que não se lamente a ausência, há muito que partiu...
Outrora refulgia, lá do alto, de onde caiu...
Ouve-se o aviso, é hora de abandonar...
Oferece-se resistência, oculta-se a cobardia aos olhos alheios...
Tardou o alento, quem lhe desse caminho de ida...
Leva as memórias, as que não soube apagar...
Parece que nunca foi e admite-se que nada tenha sido...
Que não se lamente a ausência, há muito que partiu...
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