Intriga-me a apatia, o não saber ser...
Sabe a pouco o muito que me fazes parecer,
E os medos, como noites invernosas, travam
O movimento de quem sempre quis poder...
Resta-me o corpo, e a mágoa de só corpo ter...
sábado, 14 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Passeios escorregadios, escuros,
Jogam-se destinos, não os faria meus...
Com passos firmes, guiei-me na penumbra
Julgando que é em frente que os passos se dão...
Foi enfraquecendo o ímpeto, baixaram os olhos
Como dantes, e assiste-se ao anoitecer do querer...
Sacodem-se lágrimas, enquanto desapareces na gente,
E sem um adeus...
Jogam-se destinos, não os faria meus...
Com passos firmes, guiei-me na penumbra
Julgando que é em frente que os passos se dão...
Foi enfraquecendo o ímpeto, baixaram os olhos
Como dantes, e assiste-se ao anoitecer do querer...
Sacodem-se lágrimas, enquanto desapareces na gente,
E sem um adeus...
segunda-feira, 2 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Tardava a melancolia, o transtorno
E subitamente a liberdade já se foi...
De sonho em sonho, gasto-me, desanimo...
Guardo todas as ressurreições, todos os brilhos...
Impedido de levantar os pés,
Não vejo o tempo que vem à frente...
E se vejo, porque ouso a rebelião,
Meus tristes olhos aspiram à cegueira...
Foi há pouco que provei a negrura,
E tal qual criança, esqueci-lhe o caminho,
O cansaço que traz... Depressa subi, nem temi...
Baloucei-me no mesmo trapézio, por vontade própria...
E subitamente a liberdade já se foi...
De sonho em sonho, gasto-me, desanimo...
Guardo todas as ressurreições, todos os brilhos...
Impedido de levantar os pés,
Não vejo o tempo que vem à frente...
E se vejo, porque ouso a rebelião,
Meus tristes olhos aspiram à cegueira...
Foi há pouco que provei a negrura,
E tal qual criança, esqueci-lhe o caminho,
O cansaço que traz... Depressa subi, nem temi...
Baloucei-me no mesmo trapézio, por vontade própria...
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