Esses paraísos,
Estéreis dos que não sonham,
Anseio encontrar-lhes o sítio...
sábado, 17 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Sonho, empresto-me ao irreal,
Desperto deste corpo, transtorno...
São certas as tormentas que me crescem,
É com mãos minhas que me levo a nascer...
São vagas, estas horas de desprendimento,
De luto pelo infeliz que sempre me quis...
São danças de conforto, miseráveis paisagens!
Não lhes toco, minhas, só assim o serão...
Desperto deste corpo, transtorno...
São certas as tormentas que me crescem,
É com mãos minhas que me levo a nascer...
São vagas, estas horas de desprendimento,
De luto pelo infeliz que sempre me quis...
São danças de conforto, miseráveis paisagens!
Não lhes toco, minhas, só assim o serão...
sexta-feira, 25 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Sabes, aqueles jardins! Vazios...
Ainda lhes lembro as cores, as do antes do agora...
Quis saber como brincar, fingir o não sofrer...
Pereci num gracejo, no teu, não soube rir também...
Num assomo de mim, levantei a cabeça, a custo...
Sosseguei, está tudo bem, foi só um susto!
Fitei as minhas bruxas, larguei-me da vontade
De ser decadente, suspenso, ausente...
Ainda lhes lembro as cores, as do antes do agora...
Quis saber como brincar, fingir o não sofrer...
Pereci num gracejo, no teu, não soube rir também...
Num assomo de mim, levantei a cabeça, a custo...
Sosseguei, está tudo bem, foi só um susto!
Fitei as minhas bruxas, larguei-me da vontade
De ser decadente, suspenso, ausente...
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