Quando acordou estava só, e engelhou-se-lhe a alma
Como a roupa que ainda vestia...
De janela aberta, recordou o sono que lhe tirou o transtorno
E sonhou.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
A chama arde, não ousa extinguir-se...
Entrevejo altos portões, sonho-os...
Jaz a firmeza, sucumbe às inverdades...
A chama arde, cantam-se tempos
Em que se invejava o seu arder...
A brandura de hoje me não serve...
Interrogo-me sobre as chamas infernais,
Cobiço-as, já assim fui refulgente...
Teus olhos assim o ditavam, senhora de mim...
Entrevejo altos portões, sonho-os...
Jaz a firmeza, sucumbe às inverdades...
A chama arde, cantam-se tempos
Em que se invejava o seu arder...
A brandura de hoje me não serve...
Interrogo-me sobre as chamas infernais,
Cobiço-as, já assim fui refulgente...
Teus olhos assim o ditavam, senhora de mim...
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Sei da falta que traz o horizonte,
Os desejos são para guardar, são para adiar...
Anseiam-se noites de passagem, dias distraídos,
Sonham-se descansos, sossegos, e o termo da saudade...
É só, é seco este espaço entre ontem e o por vir
E almejo silêncios meus, quando não te encontro...
Ignorando a forma de vida de quem está fora do lugar
Penitencio-me,e quero ver o que há de onde estás...
Os desejos são para guardar, são para adiar...
Anseiam-se noites de passagem, dias distraídos,
Sonham-se descansos, sossegos, e o termo da saudade...
É só, é seco este espaço entre ontem e o por vir
E almejo silêncios meus, quando não te encontro...
Ignorando a forma de vida de quem está fora do lugar
Penitencio-me,e quero ver o que há de onde estás...
sábado, 14 de abril de 2012
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