Passeia-se e pensa-se, pertence-se lá fora...
Por entre a escravidão destes dias e do tempo
Arranja-se vaga para a solidão, entretanto necessária...
Perde-se a roupa e o respeito, corre-se livremente
E nem mesmo os olhares cerrados impedem o rasgo...
É o jardim, novo e velho, faz-se palco...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
A chama arde, não ousa extinguir-se...
Entrevejo altos portões, sonho-os...
Jaz a firmeza, sucumbe às inverdades...
A chama arde, cantam-se tempos
Em que se invejava o seu arder...
A brandura de hoje me não serve...
Interrogo-me sobre as chamas infernais,
Cobiço-as, já assim fui refulgente...
Teus olhos assim o ditavam, senhora de mim...
Entrevejo altos portões, sonho-os...
Jaz a firmeza, sucumbe às inverdades...
A chama arde, cantam-se tempos
Em que se invejava o seu arder...
A brandura de hoje me não serve...
Interrogo-me sobre as chamas infernais,
Cobiço-as, já assim fui refulgente...
Teus olhos assim o ditavam, senhora de mim...
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